Blog Bombeamento


Segunda-feira, Agosto 29, 2005

Bombas Ingersoll-Rand no filme Enterrados Vivos


Sábado passado a Rede Globo exibiu o filme "Enterrados Vivos" (título original: Pennsylvania Miners' Story) na seção Super Cine.



A película é baseada em fatos reais, onde uma mina de carvão na Pensilvânia é inundada deixando nove operários encurralados no subterrâneo.

Na luta pela sobrevivência os operários se dirigem ao único ponto da mina ainda não inundado, quando então a equipe de resgate instala bombas Ingersoll-Rand na esperança de executarem a vital tarefa de impedir o aumento do nível das águas na mina.

Segunda-feira, Agosto 22, 2005

Planejamento e Controle de Obras


O Engenheiro Civil Rosaldo Nocêra, Bacharel em Administração de Empresas, com pós-graduação em Construções Industriais está lançando o livro Planejamento e Controle de Obras com MS-Project 2003.

O MS-Project é um software de gerenciamento de projetos, com o qual se pode planejar, organizar e acompanhar eficientemente as tarefas e recursos, mantendo os projetos dentro de prazos e orçamentos estabelecidos.

O MS-Project é uma das ferramentas de gerenciamento de projetos mais utilizadas por profissionais de planejamento.

Obtenha mais informações acessando o site: www.planejamentodeobras.com.br

Domingo, Agosto 21, 2005

Bombas re-autoescorvantes na principal elevatória de Campos dos Goytacazes

A Hidrovector forneceu bombas re-autoescorvantes para a principal Estação Elevatória de Esgoto Bruto do município de Campos dos Goytacazes, localizado na região norte do estado do Rio de Janeiro.

Estas bombas vieram a substituir antigas bombas verticais que apresentavam elevados custos de manutenção e baixo rendimento hidráulico.

Esta tendência de substituir bombas de eixo vertical e submersíveis por bombas re-autoescorvantes deve-se principalmente aos seguintes benefícios:

A bomba é instalada em casa de bombas estanque, sem contato com o poço de sucção. Apenas o tubo de sucção fica submerso no líquido.

O poço de sucção é condicionado apenas por requisitos hidráulicos, sendo reduzido ao essencial, portanto o volume de concreto empregado é menor que no caso das bombas submersíveis.

Águas do Paraíba - Estação Elevatória ETE Sul

Bombas re-autoescorvantes de esgoto bruto da EEE (estação elevatória de esgoto) de Campos dos Goytacazes

Quinta-feira, Agosto 11, 2005

Transposição do São Francisco deve começar em setembro

O Brasil se prepara para iniciar a transposição do Rio São Francisco, ambicioso projeto hídrico que pretende aliviar a pobreza de milhões de habitantes do Nordeste, onde as prolongadas secas causam fome e êxodo de agricultores.

Prioritário para o governo federal, o plano prevê investimentos de 4,5 bilhões de reais na construção de 700 quilômetros de canais, represas e estações de bombeamento para levar água a 9 milhões de pessoas no prazo de dois anos.
A etapa inicial da transposição, a ser concluída até o final de 2007, deve começar em setembro, quando, uma vez concedida a autorização final do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama), engenheiros do Exército iniciarão o primeiro trecho dos dois canais, um em direção ao norte e outro para o leste.

"Ao mesmo tempo, estamos finalizando a licitação de 14 trechos. Os editais foram comprados por 125 empresas, e devemos receber as propostas até o final de agosto. Teremos, então, 45 dias para concluir o processo de análise e concessão", afirmou à Reuters o coordenador do projeto, Pedro Brito.

Empresas privadas construirão os demais trechos dos canais -- um de 200 quilômetros e outro de 500 quilômetros --, assim como as represas e estações de bombeamento, já que no eixo norte a água precisará subir 180 metros e, no leste, 300 metros.
"A população das pequenas, médias e grandes cidades dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco será beneficiada diretamente", disse Brito, acrescentando que o plano permitirá acabar "com o drama de famílias que caminham dois ou três quilômetros com latas d'água na cabeça".

Devem ser transpostos 26 metros cúbicos por segundo do rio São Francisco, o que representa uma média de 1 por cento de sua vazão, para alimentar rios e açudes do Semi-Árido nordestino, uma das regiões mais pobres do país.

REVITALIZAÇÃO
O atual projeto é a última versão de outros planos, que, desde 1985, previram o uso de até 300 metros cúbicos de água por segundo, razão pela qual provocaram forte resistência.

Apesar da redução no uso previsto da água, os críticos insistem que o rio será prejudicado, que haverá danos ao meio ambiente e que o projeto só beneficiará grandes propriedades rurais.

Mas Brito, que também é chefe de gabinete do Ministério da Integração Nacional, disse que o plano pretende justamente revitalizar o São Francisco, ajudar os mais pobres e permitir o assentamento de agricultores.

O São Francisco nasce no Estado de Minas Gerais e percorre 2.700 quilômetros até desaguar no mar, na divisa entre Sergipe e Alagoas. Sua bacia ocupa 634 mil quilômetros quadrados.

O projeto prevê a conexão dessa bacia com as dos rios do Nordeste -- Paraíba, Ipojuca, Jaguaribe e Piranhas-Açu, entre outros --, cujo volume de água sofre com as secas que podem durar até três anos.

O São Francisco se degradou com a construção de hidrelétricas, a ocupação de suas margens e o lançamento de lixo doméstico e industrial, segundo Brito.

"Os ribeirinhos estão acostumados a pescar no rio, e hoje não têm praticamente mais peixes, porque todo o sedimento, a alimentação natural dos peixes, fica retido na grande represa (da hidrelétrica) de Sobradinho", afirmou ele, acrescentando que o assoreamento das margens desmatadas reduziu a profundidade do leito.

"Esse prejuízo nada tem a ver com a integração das bacias, e são processos irreversíveis. Por isso está aí o projeto de revitalização do rio", disse Brito.
Além das obras de saneamento básico já em andamento em 84 municípios, devem ser realizados programas de reflorestamento e regulamentado o destino de dejetos industriais.

O desenvolvimento posterior do projeto, com prazo para terminar em 2020, permitirá beneficiar 12 milhões de pessoas. Já a recuperação do São Francisco "dará novas oportunidades de negócios aos ribeirinhos, como um esquema de piscicultura que estamos desenvolvendo e projetos de irrigação que ocupam mão-de-obra" concluiu Brito.

Por Julio César Villaverde

Quarta-feira, Agosto 10, 2005

Produção industrial

Produção industrial cresce em 13 das 14 regiões no semestre, diz IBGE.

A produção industrial brasileira encerrou o primeiro semestre com expansão em 13 das 14 regiões pesquisadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em relação a igual período do ano passado.

Oito das 14 regiões registraram crescimento acima da média nacional, de 5% no período: Amazonas (20,2%), Paraná (8%), Minas Gerais (7,7%), Goiás (6,9%), Santa Catarina (6,5%), São Paulo (6,3%), Ceará (6,1%) e Pará (5,2%).

Nestas regiões, há destaque para a produção de telefones celulares, automóveis, soja, carrocerias para caminhões, medicamentos, calças compridas femininas e minério de ferro.

O Rio Grande do Sul foi a única região pesquisada a encerrar o semestre com resultado negativo (-3,1%), afetada pelo desempenho de máquinas e equipamentos agrícolas. A disposição para compras neste setor perdeu fôlego após a estiagem na região Sul no início do ano.

A análise regional revela que a maioria dos locais pesquisados seguiu o mesmo padrão de crescimento da indústria nacional, com aceleração da atividade na passagem do primeiro para o segundo trimestre. Entre os exemplos destacam-se Amazonas, que passou de 14,0% nos primeiros três meses do ano para 25,6%, Paraná (de 4,8% para 11,1%) e Goiás (de 3,8% para 9,8%).

A melhora no desempenho pode ser justificada, segundo o IBGE, pela forte presença de atividades produtoras de bens de consumo duráveis e pelo maior dinamismo das exportações.

Em junho, apenas nove das 14 regiões registraram crescimento. Rio de Janeiro (-1,5%), região Nordeste (-1,6%), Bahia (-2,2%), Rio Grande do Sul (-2,2%) e Espírito Santo (-2,7%) foram os destaques de queda.

Folha Online

Segunda-feira, Agosto 08, 2005

Cientistas usam esgoto para medir uso de cocaína

Pesquisadores na Itália dizem que é possível calcular o número de usuários de drogas ilícitas através da análise dos resíduos encontrados nos rios e nos esgotos de um país.

Os cientistas, que tiveram o seu estudo publicado no jornal Environmental Health, aplicaram o método no rio Pó (mera coincidência), o maior da Itália, e dizem ter descoberto resíduos de cocaína em uma quantidade três vezes maior do que esperavam.Os resíduos, que são eliminados pelos usuários da droga pela urina, foram medidos no esgoto e no rio que desemboca no Mar Adrático, ao sul de Veneza.

BBC

Domingo, Agosto 07, 2005

Transposição do Rio São Francisco

O Ministério da Integração Nacional se diz otimista com a possibilidade de reduzir custos no processo de licitação para as obras de integração da bacia do Rio São Francisco com outras bacias nordestinas.

Em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional AM, o chefe-de-gabinete do ministério e coordenador do projeto, Pedro Brito, afirmou que o interesse das empresas em participar nas obras é significativo e pode representar uma concorrência saudável.

"Já foram adquiridos 126 editais, o que revela o interesse do mercado na obra. Com essa concorrência, poderemos obter preços bastante reduzidos em relação ao mercado como um todo", disse Brito, que espera para logo após a concessão de licença do Ibama – prevista para os próximos 30 dias – o início das obras sob a responsabilidade do Exército.

Os militares estão encarregados de construir 7,5 quilômetros de canais para interligar o rio às duas futuras estações de bombeamento de água uma delas na região de Cabrobó (PE) e a outra, nas proximidades da barragem de Itaparica. As empresas entrarão em um segundo momento, construindo estações de bombeamento de água e canais que vão levar a água do São Francisco para açudes como Castanhão (CE), Armando Ribeiro Gonçalves (RN), Entremontes (PE) e Boqueirão (PB).

Dois editais de licitação para o projeto foram publicados recentemente e a abertura de propostas das empresas está marcada para o dia 26 de agosto. A data inicial de abertura de propostas era 28 de julho, mas, segundo o coordenador do projeto, foi necessário adiar esse prazo para ampliar a possibilidade de participação. "Recebemos pedidos de pequenas e médias empresas argumentando que precisavam de mais tempo para preparar as suas propostas", conta Pedro Brito, explicando que a obra está dividida em 14 lotes: "Nós poderemos ter 14 empresas, ou até muito mais, porque é possível formar consórcios com um número ilimitado de empresas."

Por iniciativa do ministro da Integração Nacional, Ciro Gomes, toda a documentação referente à licitação do projeto de integração do São Francisco tem sido submetida previamente ao Tribunal de Contas da União. Em comunicação do dia 6 de julho ao plenário do tribunal, o ministro Benjamin Zymler afirma que os técnicos encontraram o que ele considera "irregularidades graves" nos editais de licitação do projeto. Diante do adiamento da abertura de propostas, anunciado um dia antes, Zymler recomendou "correções" e não suspendeu a licitação.

O projeto no São Francisco envolve investimentos federais de R$ 4,5 bilhões, dos quais R$ 630 milhões ainda neste ano. Pelos cálculos do ministério da Integração Nacional, cerca de 15 milhões de pessoas deverão ser beneficiadas pela integração. A água, levada por canais de concreto nos eixos norte e leste, deverá ser usada prioritariamente para consumo humano. Caberá ao gestor do sistema avaliar a possibilidade de liberação da água para agricultores e industriais.

Agência Brasil

Sábado, Agosto 06, 2005

O caldeireiro

Qual é o valor de um serviço?

Um caldeireiro foi contratado para consertar um enorme sistema de caldeiras de um navio que não estava funcionando bem.

Após escutar a descrição feita pelo engenheiro quanto aos problemas, e de haver feito umas poucas perguntas, dirigiu-se à sala de máquinas. Olhou para o labirinto de tubos retorcidos, escutou o ruído surdo das caldeiras e o silvo do vapor que escapava, durante alguns instantes; com as mãos apalpou alguns dos tubos. Depois, cantarolando suavemente só para si, procurou em seu avental alguma coisa e tirou de lá um pequeno martelo, com o qual bateu apenas uma vez numa válvula vermelha brilhante.

Imediatamente, o sistema inteiro começou a trabalhar com perfeição e o caldeireiro voltou para casa.

Quando o dono do navio recebeu uma conta de $1000.00, queixou-se de que o caldeireiro só havia ficado na sala de máquinas durante quinze minutos e pediu uma conta detalhada.

Eis o que o caldeireiro lhe enviou:

Total da conta: $1.000.00, assim discriminados:
- Conserto com o martelo: $ 0.50
- Saber onde martelar: $ 999.50

Richard Bandler e John Grinder - No livro “Sapos em Príncipes” (Ed. Summus)
Link

Quinta-feira, Agosto 04, 2005

Brasil é a 15ª "marca" mais forte do mundo

Se os países do mundo fossem transformados em marcas comerciais, o Brasil seria dono da 15ª marca mais forte do planeta, segundo revela a pesquisa National Brands Index, realizada pela empresa Anholt-GMI.

Os organizadores do estudo afirmam que a análise desta situação hipotética se torna cada vez mais necessária, uma vez que o fenômeno da globalização faz as pessoas observarem os países como se fossem produtos à venda, na medida em que aproxima e intensifica a competitividade entre as nações, que dia após dia lutam de maneira mais agressiva pela "atenção, respeito e confiança" de investidores internacionais, turistas e consumidores.

Pois neste ranking, que contempla 25 países e tem a Austrália como primeira colocada, o Brasil aparece em posição intermediária, imediatamente atrás do Japão (14º) e a frente do México (16º) e de nações como Índia (18º), Coréia do Sul (20º), China (21º) e Rússia (24º).

O National Brands Index foi calculado com base em opiniões de dez mil consumidores a respeito de seis áreas específicas: turismo, força das exportações, confiabilidade do governo, vontade de investir ou morar no país, relevância da cultura, e avaliação da população.

InfoMoney