Camada de gelo Ártico
Imagem de satélite mostra o encolhimento do gelo Ártico, que atingiu o menor tamanho em um século.  Fonte UOLA camada flutuante de gelo no Oceano Atlântico diminuiu neste verão para o que, provavelmente, é o menor tamanho já registrado no século, dando uma continuidade a uma tendência de menor quantidade de gelo que é difícil explicar sem atribuir parte do fenômeno ao aquecimento global causado pelos homens, afirmaram vários especialistas na região hoje. As descobertas se encaixam com as mais recentes simulações realizadas pelo computador mostrando que o aumento das emissões de gases tóxicos pode levar a uma transformação do Ártico mais tarde neste século, no qual o que um dia foi um oceano com blocos de gelo é rotineiramente mar aberto durante os verões. Também parece que a mudança está começando a ficar auto-sustentável, com o aumento de mar aberto absorvendo energia solar que será refletida para o espaço por gelo branco brilhante, disse Ted A. Scambos, um cientista do Centro Nacional de Dados sobre Neve e Gelo em Boulder, no Colorado, que compilou as informações junto com a Nasa. "As respostas no sistema estão começando a prevalecer", disse Scambos. "O registro de pequenas extensões consecutivas dá uma certeza do que está a caminho a longo prazo". A camada de gelo do Pólo Norte sempre aumenta no inverno e diminui no verão, mas a nova baixa de verão, medida no dia 19 de setembro, está 20% abaixo da média mínima de extensão de gelo medida desde 1978 a 2000, quando o mapeamento preciso de imagens de satélite de gelos começou a ser feita, informou o centro de gelo e neve. Fonte: O GloboVeja mais artigos e publicações sobre a camada de gelo Ártico.
"As coisas não mudam. Nós mudamos."
Talvez o mundo mude amanhã. Mas isso não é provável. As mudanças no mundo são lentas, apesar de toda a corrida que alguns de nós enfrentamos todos os dias. Ainda assim, seu mundo pode mudar de modo impressionante, nas próximas 24 horas. Na verdade, pode mudar na próxima hora. Porque tudo o que você está vendo, sentindo e tudo ao que você está reagindo, o faz porque existe um mundo real e um mundo "filtrado". A forma como vemos o mundo é chamada de "paradigma", palavra grega que foi "reapresentada" ao mundo científico por Thomas Kuhn em seu livro "A Estrutura das Revoluções Científicas"(1), que mostrou que todas as grandes revoluções aconteceram devido a mudanças na forma de ver o mundo, na ruptura com o modo como estávamos olhando para o universo. A ciência não mudou, depois de Kuhn, nós mudamos. Essa é a parte curiosa. Todos nós filtramos o universo de acordo com nossas próprias expectativas, crenças e princípios de vida. Por isso, uma mesma cena pode comover uma pessoa e não causar absolutamente nada em outra. Cada uma delas teve uma diferente reação àquilo que viu com um filtro mental diferente. Stephen R. Covey, conta uma história que viveu no metrô de Nova York. Veja o que quero dizer: "Eu me recordo de uma mudança de paradigma que me aconteceu em uma manhã de domingo, no metrô de Nova York. As pessoas estavam calmamente sentadas, lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semicerrados. Era uma cena calma, tranqüila. Subitamente um homem entrou no vagão do metrô com os filhos. As crianças faziam algazarra e se comportavam mal, de modo que o clima mudou instantaneamente. O homem sentou-se a meu lado e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situação. As crianças corriam de um lado para o outro, atiravam coisas e chegavam até a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos. Mesmo assim o homem a meu lado não fazia nada. Ficou impossível evitar a irritação. Eu não conseguia acreditar que ele pudesse ser tão insensível a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito sem tomar uma atitude. Dava para perceber facilmente que as demais pessoas estavam irritadas também. A certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle, virei para ele e disse: – Senhor, seus filhos estão perturbando muitas pessoas. Será que não poderia dar um jeito neles? O homem olhou para mim, como se estivesse tomando consciência da situação naquele exato momento, e disse calmamente: – Sim, creio que o senhor tem razão. Acho que deveria fazer alguma coisa. Acabamos de sair do hospital, onde a mãe deles morreu há uma hora. Eu não sei o que pensar, e parece que eles também não conseguem lidar com isso. Podem imaginar o que senti naquele momento? Meu paradigma mudou. De repente, eu vi as coisas de um modo diferente, e como eu estava vendo as coisas de outro modo, eu pensava, sentia e agia de um jeito diferente. Minha irritação desapareceu. Não precisava mais controlar minha atitude ou meu comportamento, meu coração ficou inundado com o sofrimento daquele homem. Os sentimentos de compaixão e solidariedade fluíram livremente. O mundo não mudou, não é? Mas você mudou, ao ler o texto. Mudou de paradigma, e isso causou uma diferente reação em seu corpo. Você e eu nunca vemos a realidade total. Vemos apenas uma parcela dela, que selecionamos, em grande parte inconscientemente. A única prisão real que você têm, está em cima dos seus ombros. E só você tem a chave mestra. Como afirmava Henry David Thoreau: " as coisas não mudam; nós mudamos". Aldo Novak, autor do texto, é coach & conferencista. Diretor da Academia Novak do Brasil ( www.academianovak.com.br)
Programa nuclear
Comissão sugere concluir Angra 3 e construir mais duas grandes usinas nucleares. A revisão do Programa Nuclear Brasileiro, que já está pronta e no gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, prevê o aumento de 3,7% para 5% a participação da energia nuclear no volume total de energia produzida no país. Para isso, o programa todo envolve 17 anos e vai até 2022, período em que deverão ser investidos US$ 13 bilhões. A informação é do presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear, Oldair Gonçalves e foi transmitida anteontem durante a posse do engenheiro nuclear Roberto Garcia Esteves na presidência da Indústrias Nucleares Brasileiras (INB). A empresa é responsável pela exploração e processamento do urânio usado em Angra e que o Brasil prevê exportar nos próximos anos. Ele esclareceu à Agência Brasil que o primeiro passo recomendado pela Comissão Interministerial que revisou o programa é a conclusão da usina Angra 3, projeto originalmente desenvolvido nos anos 80 e no qual foram investidos aproximadamente US$ 700 milhões. "A comissão não só concluiu pela necessidade de construir Angra 3. Vai além e recomenda a construção paulatina de outras usinas nucleares", disse o presidente da CNEN. Em seu plano mais ambicioso o programa nuclear revisado prevê a construção de Angra 3 e de mais duas grandes usinas e outras quatro de pequeno porte, acrescentou Gonçalves. Angra 3 está paralisada há duas décadas por falta de investimento, embora os equipamentos importados permaneçam armazenados. Gonçalves disseque há possibilidade de que o novo programa seja aprovado ainda em 2005, pois é considerado estratégico para o país. O reinício das obras de Angra 3, que necessitaria de investimentos da ordem de US$ 2,5 bilhões foi motivo de divergências entre a então ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, e o então ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu. A ministra era contrária à obra e acabou deixando o MME para a assumir a Casa Civil no lugar de Dirceu que era favorável à conclusão de Angra 3, mas teve de se afastar do Governo devido à crise do mensalão. Fonte: Gazeta Mercantil
Israel e Palestina aliados pelo Mar Morto
Parece paradoxal: o mar Morto está morrendo. Mas ainda pode ser salvo. E agora as três partes interessadas na sua sobrevivência - a Autoridade Palestina e os governos de Israel e Jordânia - assinaram um acordo para iniciar estudos sobre a viabilidade de não só salvar o mar mas também melhorar a vida das populações em boa parte da região, com ajuda do Banco Mundial.  O mar Morto interior fica na fronteira entre Israel e Jordânia. Ele tem esse nome porque é salgado demais para permitir a vida de peixes e plantas. E está desaparecendo. Seu ritmo de "morte" é relativamente rápido: seu nível fica 80 cm mais baixo a cada ano. No começo do século 20, sua área era de 950 km2; em 1997 era de 640 km2. "O mar Morto está secando rapidamente desde o começo dos anos 60 por dois motivos: o uso da água da bacia para irrigação e a evaporação acentuada por conta da indústria de potassa [ hidróxido de potássio]", disse à Folha Michael Beyth, cientista-chefe do Ministério da Infra-estrutura de Israel e um estudioso do tema. O atual projeto foi batizado de "Canal da Paz" - embora não seja um canal (mais propriamente um aqueduto) e a paz ainda seja mercadoria rara na região. A idéia em estudo é levar água do mar Vermelho ao mar Morto, salvando o lago salgado e provendo água para a agricultura e povoações pelo caminho. O "canal" teria cerca de 80 km de comprimento. "Com a constante redução do nível do mar, o canal se torna cada dia mais importante, para compensar a água perdida pela evaporação e pela manutenção de tradicionais áreas turísticas da região", diz Beyth. O mar Morto é popular entre turistas. Sua altíssima salinidade faz com que qualquer um consiga boiar sem esforço em suas águas. Segundo Beyth, a construção do aqueduto levaria dez anos e custaria cerca de US$ 6 bilhões. Só o estudo de viabilidade deve custar uns US$ 30 milhões, pagos provavelmente pelo Banco Mundial. Vários estudos foram feitos ao longo dos anos. Outros projetos recentes, agora descartados, previam canais ligando o mar Morto ao Mediterrâneo. A ligação mar Vermelho-mar Morto foi considerada a melhor opção. Além de servir para recompor o nível de água, o aqueduto e suas obras paralelas trariam a dessalinização e produção de 800 milhões de metros cúbicos de água potável por ano, diz o cientista israelense. Ainda há desafios científicos pelo caminho. Resgatar o mar Morto não significa só ligar uma mangueira de água do mar para enchê-lo. É preciso saber exatamente qual tipo de água levar até ele. Mas o projeto despertou a atenção da comunidade científica da região. E, se bem-sucedido, daria um excelente exemplo de convivência e cooperação para uma das regiões politicamente mais instáveis do planeta.
Bombeamento de água em Nova Orleans
A mistura tóxica de substâncias químicas e dejetos humanos nas águas que cobriram Nova Orleans terá de ser bombeada para o rio Mississippi ou para o lago Pontchartrain, alimentando temores entre ambientalistas de que um desastre ecológico some-se aos efeitos do furacão Katrina. A necessidade urgente de secar as ruas da cidade pode acabar provocando a morte de peixes e o envenenamento dos terrenos alagadiços existentes perto de Nova Orleans e no golfo do México, no delta do Mississippi. Órgãos estaduais e federais dos EUA começaram agora a testar a qualidade da água, mas ambientalistas já disseram que a sopa química que tomou as ruas da cidade conterá traços de tudo que se possa imaginar. Segue
Grandes empresas brasileiras avançam no mercado mundial
As empresas brasileiras estão ocupadas com a aquisição de rivais estrangeiras, mas os altos custos dos empréstimos locais manterão a tendência limitada a um seleto clube de gigantes corporativas, afirmam analistas e executivos. Nos últimos anos, muitas das grandes companhias brasileiras expandiram suas atuações mundialmente, comprando ativos em territórios estrangeiros que há uma década pareciam fora do alcance para muitas empresas do país, tradicionalmente voltado para o mercado interno. "A indústria brasileira está dando um show no mundo", disse o vice-presidente de finanças do Grupo Odebrecht, Alvaro Novis. "E isso deverá continuar", acrescentou Novia, um dos diversos líderes de negócios e economistas que discursaram durante conferência no Rio de Janeiro, na quarta e quinta-feira. A orientação para iniciar as compras nos mercados estrangeiros está sendo liderada por empresas de peso, como a estatal Petrobras e siderúrgicas como a Gerdau e a Companhia Siderúrgica Nacional . Para algumas dessas empresa, a expansão para fora do país é crucial para que continuem crescendo, já que elas possuem posições dominantes no mercado doméstico. Para outras, o foco no exterior, é uma maneira de aumentar as receitas em dólar enquanto lidam com barreiras comerciais, como tarifas e cotas de importação. E para todas essas companhias, a mudança para mercados estrangeiros --especialmente para a América do Norte e Europa-- representa acesso a crédito barato, escasso no Brasil, onde as taxas de juro estão entre as mais caras do mundo. A taxa básica da economia no país, a Selic, é de 19,75 por cento ao ano atualmente. "O custo do capital no Brasil é proibitivo", disse o presidente da unidade brasileira do BNP Paribas, Bernard Mencier. "As companhias estão se internacionalizando porque podem conseguir financiamentos nos mercados estrangeiros." A necessidade de crédito acessível foi citada no ano passado pelo Grupo Votorantim, o maior conglomerado industrial do Brasil, quando comprou da mexicana Cemex duas fábricas de cimento localizadas nos Estados Unidos. A aquisição foi a última de uma série de compras da unidade de cimentos da Votorantim, que quer dobrar suas operações fora do Brasil até 2007. Uma das primeiras empresas brasileiras a voltar sua atenção para os mercados estrangeiros foi o Grupo Gerdau, uma siderúrgica de controle familiar criada em 1901 como fabricante de pregos. Hoje, a Gerdau é a maior produtora brasileira de aços longos e possui unidades na Argentina, no Chile e no Uruguai. Graças às aquisições, a Gerdau também é dona de 14 siderúrgicas no Canadá e Estados Unidos, o que a torna também a quarta maior produtora de aço da América do Norte. Outra gigante que não esconde seu desejo de adquirir ativos estrangeiros é a Companhia Vale do Rio Doce . Atualmente a maior produtora e exportadora de minério de ferro do mundo, ingrediente fundamental na fabricação do aço, a Vale tem procurado diversificar suas atividades em minérios como cobre e níquel. No ano passado, a empresa manteve negociações para a compra da companhia canadense de mineração Falconbridge, então conhecida como Noranda, mas as conversas não foram bem sucedidas. E, recentemente, a Vale estava ocupada negando reportagens que afirmavam que a companhia estava negociando a compra do grupo francês de metais e mineração Eramet . A Vale, no entanto, possui uma vantagem que falta a outras companhias brasileiras. Ela não precisa mais de ativos em economias desenvolvidas para ganhar acesso a crédito barato. Em julho, a agência de classificação de risco Moody's elevou a classificação da Vale ao status de "investment grade", nível de risco recomendável a investimento pela agência, permitindo que a empresa obtenha empréstimos com taxas reduzidas. Embora economistas concordem que as taxas de juro no Brasil tendem a cair no longo prazo, tornando mais fácil para as pequenas empresas avançarem no mercado internacional, há pouco consenso sobre quando isso deve ocorrer. Porém, com a economia se mostrando firme frente ao atual escândalo político, alguns analistas apostam que as taxas possam cair antes do que o imaginado. "Estamos vivendo uma grande crise política que não está afetando a economia", disse o vice-presidente de finanças da Petrobras, Almir Barbassa. "Isto pode ter impacto positivo na avaliação de risco do Brasil e ajudar a reduzir o custo do crédito por aqui." Enquanto isso, o governo tenta preencher essa lacuna. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) recentemente criou linha de crédito especial para financiar investimentos diretos no exterior feitos por companhias brasileiras. Uma das primeiras empresas a aproveitar a nova linha de crédito será a Friboi, maior processadora de carne bovina do Brasil. Esta semana a Friboi anunciou que estava prestes a fechar acordo para comprar a Swift Armour, maior produtora e exportadora de carne bovina da Argentina. Embora o preço final ainda tenha que ser revelado, o BNDES afirmou que emprestará 80 milhões de dólares para a Friboi para ajudá-la a bancar a aquisição. O acordo é o mais recente de uma série de compras brasileiras em solo argentino. Nos últimos anos, companhias como a Petrobras, a cervejaria AmBev e o grupo de construção Camargo Corrêa abocanharam rivais na Argentina. Yahoo! News
Do Atlântico ao Pacífico
Começa obra que ligará Atlântico e Pacífico. Mil quilômetros de asfalto vão completar, pela primeira vez, a ligação entre os oceanos Atlântico e Pacífico na América do Sul. A pedra fundamental da rodovia Interoceânica será lançada nesta quinta-feira pelos presidentes do Peru, Alejandro Toledo, da Bolívia, Eduardo Rodríguez, e do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva. A obra ligará o Brasil, pelo estado do Acre, ao Peru, país vizinho com saída para o Pacífico. O Corredor Viário Interoceânico Sul, nome oficial da rodovia, já começou a ser construído, em parceria dos governos de Peru e Brasil. A rodovia ligará Inapari, cidade peruana situada na fronteira com Assis Brasil, no Acre, aos portos marítimos peruanos de Ilo, Matarani e San Juan. A conexão entre Brasil e Peru será feita pela ponte sobre o rio Acre, que deve ser inaugurada ainda este ano. O secretário de Investimentos Estratégicos do Ministério do Planejamento, Ariel Peres, explica que a logística de integração, pelo lado brasileiro, inclui duas rotas fundamentais. A primeira delas é pela BR 364, que interliga Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, a Cuiabá, no Mato Grosso. De lá a Porto Velho, em Rondônia e, depois a Rio Branco, capital do Acre. Depois, pela BR 317, segue de Rio Branco a Assis Brasil, na fronteira com o Peru. A outra rota vai de Manaus, no Amazonas, até Porto Velho pela hidrovia do Rio Madeira. Dali, segue o trajeto da outra rota: BR 364 até Rio Braço e BR 317 até Assis Brasil. O empreendimento prevê a construção, operação e manutenção de 1.009 quilômetros de estradas asfaltadas e o custo estimado é de US$ 700 milhões, segundo dados do Itamaraty. Dois consórcios brasileiros liderados pelas empreiteiras Odebrecht e Andrade Gutierrez venceram a licitação internacional. A Odebrecht Peru, líder do consórcio formado com as peruanas JJC, ICCGSA e Garña y Montero, ganhou dois dos três trechos da licitação, em um total de 703 quilômetros. Já o consórcio Intersur, integrado por Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão e Camargo Corrêa, ganhou a concorrência no trecho Inambari-Azangaro, que tem extensão de 305 quilômetros. Correio Web
Despoluição do Rio Paraíba do Sul
A União e os Estados do Rio, de São Paulo e de Minas Gerais deram um importante passo para a despoluição da Bacia do Rio Paraíba do Sul, responsável por cerca de 80% do suprimento de água da área metropolitana do Grande Rio e 20% de sua produção de energia hidrelétrica. O presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), José Machado, os secretários de Meio Ambiente do Rio de Janeiro, o vice-governador Luiz Paulo Conde ; de Minas Gerais, José Carlos Carvalho e o secretário de Recursos Hídricos do Estado de São Paulo, Mauro Arce, se reuniram pela primeira vez e anunciaram, durante encontro no Hotel Excelsior, um conjunto de ações prioritárias para a recuperação ambiental da Bacia do Rio Paraíba do Sul, agilizando o Convênio de Integração da Bacia do Rio Paraíba do Sul, já firmado entre a União e os Governos do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Minas Gerais. Entre as medidas acertadas ficou definida a constituição da Comissão de Coordenação e Acompanhamento(CCA) até julho deste ano, para consolidar e implementar novo cronograma de ações na bacia do Rio Paraíba do Sul. A comissão será integrada por representantes da ANA, SERLA, Instituto Mineiro de Gestão da Água (IGAM), Agência da Bacia do Vale do Paraíba do Sul (AGEVAP) e do Departamento de Águas e Energia Elétrica de São Paulo (DAEE). Segue
Bombas de grande porte para a CVRD
 Recentemente foram fornecidas bombas IMBIL de grande porte para a Companhia Vale do Rio Doce, bombas para equipar o projeto Mina de Brucutu (MG). Bombas INI 80-250 com motor de 125 CV Bombas BP 200-530 com motores 700 CV Bombas BP 500-510 com motores 500 CV Bombas BP 500-640 com motores de 1.000 CV No total, são 19 conjuntos moto-bomba de grande porte. O projeto Mina de Brucutu (MG) da Companhia Vale do Rio Doce, em fase de expansão para 24 milhões de toneladas de minério / ano, representa para a IMBIL a maioridade no fornecimento de bombas e motores de grande porte (1200CV) para clientes “CLASSE A” do mercado mundial. A IMBIL foi escolhida, entre grandes fornecedoras de bombas de todo o mundo, para equipar este projeto, o que enche a empresa de satisfação e orgulho e a coloca lada a lado com as gigantes multinacionais do setor em termos de qualidade e competitividade.
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